Transparências, flores, bordados e muito denim marcaram o desfile de Ricardo Preto, numa coleção que falava de amor. “Como se traduz amor na roupa?” é a pergunta que se impõe e a resposta é dada nos pequenos detalhes, nos materiais que se misturam de forma perfeita, e na leveza descontraída e de bem com a vida, que é tão característica das mulheres apaixonadas e que tão bem retrata o espírito transmitido no desfile.
A coleção abriu com um look total branco, que contrastava de forma brilhante com as sandálias de plumas verdes esmeralda. Um calçado peculiar que deu ares da sua graça noutras cores, deixando um rasto colorido à sua passagem. Seguiram-se os estampados com assimetrias e atilhos, depois a ganga, os casacos estruturados de padrões alegres, as transparências e mais tarde a renda e as t-shirts. Uma sucessão feliz de roupa que se pode vestir na rua, no dia a dia, em casa ou numa festa, de forma segura sem grandes surpresas e inovações, mas com bom corte e detalhes interessantes. As cores e materiais foram diversos em misturas que brilharam pela combinação das peças.
Primeiro desfilaram as mulheres e só depois os homens, também eles com propostas alegres e repletas de detalhes, num estilo bem diferente daquele usado pelo típico homem português. Mas no final quem venceu foi a claque feminina com cinco modelos a encerrar o desfile, um homem para quatro mulheres, elas de vermelho e preto, estampado animal e renda, ele, o Francisco Henriques – um dos modelos portugueses masculinos com maior sucesso internacional – de smoking e t-shirt.

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